segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

"Fiz das poesias o meu vício,
do pranto, meu presente,
de você, minha deusa,
da solidão, minha companheira,
da dor, minha vida...

E por mais forte que seja,
um dia esse amor vai acabar...
E não seremos amigos
nem nos veremos mais..."

HHP
Sem título

Hoje minh'alma ouve o grito dos solitários
E em inútil fuga, vejo-me um também...
Lembrando de você, e de passadas juras à Lua
Inda que meus olhos, que o pranto derrama sem tua presença,
E os lábios, que sangram de sede de teus beijos,
E minhas mãos desejosas de teu corpo corram,
Não posso amar-te. Mas amo-te!

Julgam-me louco e talvez eu seja...
Hoje não mais por amor se morre,
E não entendo porque continuo a morrer por ti...
Versos confusos de um poeta
Poeta que não pode amar, Mas amo-te!

Hadam Ham Poes-hor, em 12.06.2001...